terça-feira, fevereiro 03, 2004

Ode ao amor


As armas ferem e matam.
Da ferida o sangue escorre e pinga
E afoga as pombas brancas
Que eram o escudo da gente
Contra as lanças e os fuzis.
E o sangue, que era a cor do amor,
fica uma crosta negra de luto.

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