terça-feira, fevereiro 03, 2004

Se a saudade for
o amor parado dentro
do coração
que dormindo
vai em sonhos se perdendo
e nesse sonho chorando
se esquecendo de acordar
se esquecendo de vibrar
se esquecendo de cantar
pouco a pouco se perdendo

Venha o sol e seque o pranto

fora de nós
mas cá dentro
que se esboce um sorriso
em breve convertido em riso
pulse forte sinta o brilho
acordar de novo
vendo
ao nosso redor tudo e tanto
flores de novo se abrindo
asas alegres pairando
exulte o ser no caminho
em si mesmo desenhando
a tristeza vá mudando
quebrando o relógio parado
mude-se o tempo do pranto
em novo amor convertido


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