Do ventre da vida
Ondas que se esbatem
Na areia dourada
Nas rochas cinzentas
De franjas cobertas
Escuto e oiço o grito
Dos Homens lutando
Por nada morrendo
O mar traz no dorso
O sangue esvaído
Enterra esqueletos
De homens, mulheres,
Velhos e crianças
A eito apanhados
Em guerras estultas
De lágrimas tantas
Ventre de esperança
Aonde se adoça
Continua a vida
segunda-feira, maio 10, 2004
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